Voleibol – 7º ano – Profº. Ricardo

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IMC – ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA

Existem várias tabelas para determinar o peso ideal. Em geral, são tabelas que comparam o peso de pessoas da mesma altura e idade. O problema é que elas tomam como base a população dos EUA, do Canadá ou da Europa e não se aplicam à realidade de outros países. Para tentar resolver esse problema, médicos, nutricionistas e especialistas em esporte passaram a utilizar o Índice de Massa Corporal, mais conhecido como IMC.

Para calcular o seu IMC, divida seu peso atual pela sua altura ao quadrado. Por exemplo, se você tiver 60 kg e 1,70 m de altura, divida 60 por (1,70 x 1,70).

Exemplo de como calcular o Índice de Massa Corporal (IMC):

60kg / 1.70m x 1.70m = 20.76 (Normal)

IMC = Peso
(Altura X Altura)

tabela

Obs.: O resultado do IMC não é válido para atletas com musculatura desenvolvida e praticantes de esportes como halterofilismo, ciclismo, triatlo ou algumas modalidades de atletismo. A massa muscular desses atletas representa grande parte de seu peso.

Mas, atenção: não deve ser o único parâmetro para definir os riscos relacionados à obesidade. Outros fatores, como circunferência abdominal e taxa de colesterol, também são muito importantes.

 

REGRA DO BOM SENSO
O IMC ainda é o método mais simples e, por isso, o mais utilizado e seus resultados têm-se mostrado apropriados para a determinação do peso ideal. Porém, como regra, recomenda-se usar o bom senso.
Lembre-se que:

  • Se o seu IMC está dentro ou próximo à faixa de normalidade,
  • se você não tem nenhuma doença,
  • se você tem uma alimentação saudável,
  • se você pratica exercícios físicos,
  • se você se sente bem com o seu peso, parabéns!

A importância do alongamento

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Quando se fala em alongamento, estamos nos referindo aos músculos. Os músculos funcionam como se fossem elásticos. Aumentam de comprimento e encurtam novamente. Quando perdem a capacidade de aumentar o seu comprimento e voltar ao tamanho original, dizemos que o músculo perdeu a sua elasticidade. O exercício de alongamento mantém sua elasticidade evitando que endureçam e venham a limitar o movimento das articulações.

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Alongamento

 

“É a amplitude máxima fisiológica

passiva de um dado movimento articular”

 

(Barros Neto & Ghoraveb, 1999; Araújo, 2000)

Os quinze minutos que antecedem o início de uma competição ou sessão de treinamento constituem alguns de seus momentos mais importantes. Durante este período, o aluno deveria estar se alongando, seja ele amador ou profissional. Alongar é muito mais do que tocar a ponta dos pés por algumas vezes antes de começar a praticar seu esporte. É a chance de o aluno sentir seu próprio corpo e começar a se preparar para o jogo ou treino, tanto física quanto psicologicamente.

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O músculo que não está adequadamente alongado torna-se muito mais suscetível a lesões ou rupturas quando submetidos a forças repentinas, enquanto o músculo alongado permite ao aluno movimentos mais completos, menor risco de lesões e melhor desempenho físico.

A rotina dos alongamentos também proporciona ao esportista aquele momento para começar a se concentrar, rever sua tática e imaginar a técnica correta de seus movimentos. 

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Qualquer alongamento é sinônimo de relaxamento e, portanto, não deve causar dor. Sempre deve ser realizado com movimentos suaves e contínuos, com ênfase no tempo de permanência nas várias posições e não no número de repetições dos exercícios (CHRISTOPHE, 2001).

Os alongamentos são os importantes elos entre a vida sedentária e a vida ativa. Eles mantêm os músculos flexíveis, preparam-nos para o movimento e ajudam-nos a realizar a transição diária da inatividade para a atividade vigorosa, sem tensões indevidas. São especialmente importantes para quem pratica atividades que promovem tensões e inflexibilidade. Alongamentos antes e depois da exercitação mantêm a flexibilidade e ajudam na prevenção de lesões comuns. Os alongamentos são fáceis, mas quando realizados de forma incorreta podem, na realidade, fazer mais mal do que bem (TOBIAS e SULLIVAN, 1998).

Os autores acima referidos ainda acrescentam que é fácil aprender a fazer alongamentos, mas existe o modo certo, bem como o errado, de executá-los. Um modo adequado de se alongar é relaxando num movimento estável, ao mesmo tempo em que a atenção se focaliza sobre os músculos que estão sendo alongados. Já uma forma incorreta de se praticar o alongamento (e que infelizmente é feito por muitas pessoas) é balançar o tronco para cima e para baixo numa posição em bipedestação, ou alongar-se até sentir dor, o que pode causar mais danos que benefícios à saúde. Fazendo alongamentos de forma correta e regular, perceberá que todos os movimentos se tornam mais fáceis de realizar. Levará algum tempo para soltar músculos tensos ou grupos musculares enrijecidos, porém, logo estará sentindo-se muito bem.

 

Revisão de literatura

Para Powers e Howley (2000), a capacidade de mover as articulações numa total amplitude de movimento é importante em muitos esportes. A perda da flexibilidade pode acarretar uma redução da eficiência do movimento e aumentar as chances de lesão em alguns esportes. Por esta razão, muitos treinadores e técnicos recomendam exercícios regulares de alongamento para aumentar a flexibilidade e, conseqüentemente, reduzir as chances de lesão, talvez otimizando a eficiência do movimento.

BALÉ, GINÁSTICA RITMICA  !!!!!!

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A flexibilidade é de suma importância não só para a obtenção de melhor performance, como também para diminuição de riscos de lesões e na realização de várias tarefas, além disso, ajuda a evitar problemas de postura, que causam desconforto para as costas, ombros e pescoço (CONTURSI, 1998).

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No entanto, deve-se observar que um grau elevado de flexibilidade de todas as articulações pode não ser desejável em todos os esportes. Por exemplo, a flexibilidade excessiva em geral é indicativa de uma propensão às lesões nos esportes de contato. Por exemplo, a articulação do ombro é estruturalmente fraca em comparação à do quadril. Isto se deve ao fato de a fossa glenóidea da escápula (cavidade onde a cabeça do úmero se encaixa) ser muito rasa. Conseqüentemente, a estabilidade principal da articulação do ombro é provida pela musculatura circunvizinha. Por isso, um aumento da massa muscular do ombro pode diminuir a flexibilidade, mas reduzirá também as chances de lesão do ombro em esportes de contato por aumentar a sua estabilidade (POWERS e HOWLEY, 2000).

FUTEBOL (GOLEIRO) – VOLEIBOL – NATAÇÃO – TÊNIS

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Sobre o conceito de alongamento, Costa (2001) cita que o alongamento trabalha a elasticidade muscular, sem forçar as articulações, atingindo somente músculos e ligamentos.

De acordo com Hernandes Jr. (2002), os métodos de alongamento para desenvolver a flexibilidade podem ser divididos em:

Método Estático, onde não se utiliza força externa, por exemplo, a ajuda de um companheiro para a execução de seus exercícios. O alongamento é executado em posições estáticas, sem movimentação das articulações envolvidas. A amplitude da posição deve ser necessária para que sintamos um leve estiramento na musculatura alongada, sendo que, durante a execução, sentindo a diminuição dessa sensação, poderemos aumentar um pouco mais a amplitude do movimento, e sempre devemos sentir que estamos em uma posição confortável quanto à amplitude do movimento. Devido às suas características de execução, o método de alongamento é o que oferece o menor grau de risco de lesões durante sua utilização.

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Método Balístico, caracterizado pela movimentação da articulação, para que a mesma atinja o máximo possível de amplitude no movimento. Durante a execução do método balístico, há um maior risco de lesões, devido à facilidade de ultrapassar nossos limites sem que tenhamos controle da situação, pois a mesma ocorre através de movimentos rápidos e vigorosos. Aconselha-se a utilização do método balístico a atletas cujo esporte envolva movimentos balísticos em seu desempenho, sendo que, em programas de fitness, o seu uso deve ser limitado a praticantes com uma experiência e vivência corporal adequadas.

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Método Ativo, caracterizado pela utilização da força muscular das diferentes musculaturas para que se atinja o máximo de amplitude em um movimento controlado, sem a utilização de força externa. Um exemplo seria o da elevação do membro inferior em seu plano lateral, sem a utilização de impulso para a realização do movimento, ocorrendo para isto um grande envolvimento da musculatura abdutora, o que representa, além de um trabalho de flexibilidade ativa, uma intensa contração muscular.

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Método Passivo, quando há a utilização de força externa para auxiliar a atingir o máximo de amplitude no movimento. A execução pode acarretar lesões musculares caso a amplitude máxima tolerável em uma articulação seja ultrapassada, devido à utilização de força externa durante o movimento. O método passivo é utilizado durante os processos de reabilitação e em âmbito esportivo, pois a necessidade de um companheiro para a execução dos movimentos permite uma maior socialização entre os atletas participantes.

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Método da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva, que consiste, basicamente, no relaxamento do músculo antagonista durante a contração do agonista. O músculo agonista é o que realiza a contração durante o movimento em uma determinada articulação, cabendo ao músculo antagonista realizar o movimento inverso do agonista. Realizamos uma contração do músculo a ser alongado, e, em seguida, a de seu antagonista, o que irá produzir um maior relaxamento naquele músculo (agonista) e, conseqüentemente, um maior grau de amplitude do movimento, acarretando em uma melhoria no trabalho de flexibilização.

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Os músculos são compostos por fibras musculares e as fibras musculares por miofibrilas. As miofibrilas são compostas por sarcômeros, que se apresentam em série. O sarcômero é a unidade contrátil da miofibrila, composto por pontes transversas de actina e miosina, que se sobrepõem. O sarcômero dá ao músculo a capacidade de contrair-se e relaxar-se. Quando um músculo se contrai, os filamentos de actina e miosina deslizam juntos e o músculo se encurta. Quando o músculo relaxa, as pontes transversas se separam levemente e o músculo retorna ao seu comprimento de repouso (KISNER, 1998).

O mesmo autor ainda relata que quando um músculo é alongado passivamente, o alongamento inicial ocorre no componente elástico em série e a tensão aumenta agudamente. Após certo ponto ocorre um comprometimento mecânico das pontes transversas, à medida que os filamentos se separam com o deslizamento, ocorrendo um alongamento brusco nos sarcômeros (os sarcômeros cedem). Quando a força de alongamento é liberada, cada sarcômero retorna ao seu comprimento de repouso. A tendência do músculo de retornar ao seu comprimento de repouso após um alongamento de curta duração é chamada elasticidade.

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Após imobilização do músculo, inicia-se uma diminuição nas proteínas e mitocôndrias musculares, resultando em atrofia e fraqueza. Se um músculo é imobilizado na posição alongada por um período prolongado de tempo, o número de sarcômeros em série irá aumentar, dando uma origem a uma forma mais permanente (plástica) de alongamento muscular. O músculo irá ajustar seu comprimento com o tempo de modo a manter a maior sobreposição funcional entre actina e miosina. O músculo que foi imobilizado em posição encurtada produz quantidades crescentes de tecido conectivo, que serve para proteger o músculo quando este se alonga. A adaptação dos sarcômeros às posições prolongadas (tanto alongadas quanto encurtadas) é transitória se for permitido ao músculo voltar seu comprimento normal após a imobilização (KISNER, 1998).

FISIOTERAPIA

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De acordo com Cristophe (2001), os exercícios de alongamento realizados de maneira rigorosa favorecem o desempenho motor, a evolução da cicatrização após uma lesão anatômica muscular e a prevenção de lesões musculares.

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Estiramento muscular


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Quando um músculo é alongado muito rapidamente, as fibras nervosas aferentes primárias estimulam os motoneurônios alfa, na medula espinhal, facilitando a contração das fibras extrafusais, aumentando a tensão no músculo. Chama-se a isso reflexo de estiramento monossináptico. Procedimentos de alongamentos que são realizados em uma velocidade muito alta podem na verdade aumentar a tensão no músculo que deveria ser alongado. Quando se aplica uma força de alongamento lenta em um músculo, o órgão tendinoso de Golgi dispara e inibe a tensão no músculo, permitindo que o componente elástico em paralelo (o sarcômero) se alongue (KISNER, 1998).

Carroll (1995), cita que para fazermos um alongamento de modo seguro devemos usar sempre roupas confortáveis; antes de iniciar o alongamento, devemos aquecer com exercícios simples de relaxamento; não saltar nem virar o corpo durante o exercício, evitando entorses e lesões musculares; não forçar o alongamento a ponto de sentir dor; se o alongamento for acompanhado por música, evitar ritmos marcantes para não se balançar muito e, alongar os músculos igualmente de ambos os lados do corpo.

Kisner (1998), indica alongamento quando a amplitude de movimento está limitada como resultado de contraturas, aderências e formação de tecido cicatricial, levando ao encurtamento do músculo, tecido conectivo e pele. Também quando as limitações podem levar a deformidades estruturais (esqueléticas) que podem ser prevenias e quando as contraturas interferem nas atividades funcionais cotidianas ou com a assistência de enfermagem. Também nos casos de fraqueza muscular e retração dos tecidos opostos. Os músculos retraídos devem ser alongados antes que os músculos fracos possam ser efetivamente fortalecidos.

O mesmo autor contra-indica o alongamento quando um bloqueio ósseo limita a mobilidade articular; após fraturas recentes; quando houver evidência de processo inflamatório ou infeccioso agudo (calor e edema) dentro ou ao redor de articulações; quando houver dor aguda ou cortante durante o movimento articular ou alongamento muscular; em indícios de hematomas ou traumas nos tecidos; quando as contraturas ou tecidos moles encurtados estiverem promovendo aumento na estabilidade articular em substituição à estabilidade estrutural normal ou força muscular e quando as contraturas ou tecidos moles encurtados forem à base de habilidades funcionais, particularmente em pacientes com paralisia ou fraqueza muscular intensa.

 

 

A meta geral do alongamento é recuperar ou restabelecer a amplitude de movimento normal das articulações e a mobilidade dos tecidos moles que a cercam. As metas específicas são prevenir contraturas irreversíveis, aumentar a flexibilidade geral de uma parte do corpo antes de exercícios vigorosos de fortalecimento e evitar ou minimizar o risco de lesões musculotendíneas relacionadas às atividades físicas e esportes específicos (KISNER, 1998).

O treinamento de flexibilidade também é uma estratégia para prevenir lesões. A maioria dos esportes envolve movimento repetitivo, quase sempre em uma amplitude de movimento limitada, como a corrida. Esse fato pode levar à tensão muscular e possíveis rupturas e distensões musculares. Um programa imediato e minucioso para o aumento progressivo de flexibilidade alongará os músculos, aliviando a tensão muscular e auxiliando na prevenção de lesões. Desenvolver flexibilidade, portanto, significa não só atender às necessidades do esporte, mas também exceder a amplitude de movimento normalmente exigida por ele e desenvolver uma reserva de flexibilidade para prevenir lesões (BOMPA, 2002).

 

Objetivo

Este trabalho teve como objetivo expor os benefícios e os possíveis riscos ao executar o alongamento muscular, para grupos de alunos praticantes ou não de atividades físicas, através de exercícios de alongamento.

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Quando um músculo é alongado muito rapidamente, as fibras nervosas aferentes primárias estimulam os motoneurônios alfa, na medula espinhal, facilitando a contração das fibras extrafusais, aumentando a tensão no músculo. Chama-se a isso reflexo de estiramento monossináptico. Procedimentos de alongamentos que são realizados em uma velocidade muito alta podem na verdade aumentar a tensão no músculo que deveria ser alongado. Quando se aplica uma força de alongamento lenta em um músculo, o órgão tendinoso de Golgi dispara e inibe a tensão no músculo, permitindo que o componente elástico em paralelo (o sarcômero) se alongue (KISNER, 1998).

Carroll (1995), cita que para fazermos um alongamento de modo seguro devemos usar sempre roupas confortáveis; antes de iniciar o alongamento, devemos aquecer com exercícios simples de relaxamento; não saltar nem virar o corpo durante o exercício, evitando entorses e lesões musculares; não forçar o alongamento a ponto de sentir dor; se o alongamento for acompanhado por música, evitar ritmos marcantes para não se balançar muito e, alongar os músculos igualmente de ambos os lados do corpo.

Kisner (1998), indica alongamento quando a amplitude de movimento está limitada como resultado de contraturas, aderências e formação de tecido cicatricial, levando ao encurtamento do músculo, tecido conectivo e pele. Também quando as limitações podem levar a deformidades estruturais (esqueléticas) que podem ser prevenias e quando as contraturas interferem nas atividades funcionais cotidianas ou com a assistência de enfermagem. Também nos casos de fraqueza muscular e retração dos tecidos opostos. Os músculos retraídos devem ser alongados antes que os músculos fracos possam ser efetivamente fortalecidos.

O mesmo autor contra-indica o alongamento quando um bloqueio ósseo limita a mobilidade articular; após fraturas recentes; quando houver evidência de processo inflamatório ou infeccioso agudo (calor e edema) dentro ou ao redor de articulações; quando houver dor aguda ou cortante durante o movimento articular ou alongamento muscular; em indícios de hematomas ou traumas nos tecidos; quando as contraturas ou tecidos moles encurtados estiverem promovendo aumento na estabilidade articular em substituição à estabilidade estrutural normal ou força muscular e quando as contraturas ou tecidos moles encurtados forem à base de habilidades funcionais, particularmente em pacientes com paralisia ou fraqueza muscular intensa.

 

 

A meta geral do alongamento é recuperar ou restabelecer a amplitude de movimento normal das articulações e a mobilidade dos tecidos moles que a cercam. As metas específicas são prevenir contraturas irreversíveis, aumentar a flexibilidade geral de uma parte do corpo antes de exercícios vigorosos de fortalecimento e evitar ou minimizar o risco de lesões musculotendíneas relacionadas às atividades físicas e esportes específicos (KISNER, 1998).

O treinamento de flexibilidade também é uma estratégia para prevenir lesões. A maioria dos esportes envolve movimento repetitivo, quase sempre em uma amplitude de movimento limitada, como a corrida. Esse fato pode levar à tensão muscular e possíveis rupturas e distensões musculares. Um programa imediato e minucioso para o aumento progressivo de flexibilidade alongará os músculos, aliviando a tensão muscular e auxiliando na prevenção de lesões. Desenvolver flexibilidade, portanto, significa não só atender às necessidades do esporte, mas também exceder a amplitude de movimento normalmente exigida por ele e desenvolver uma reserva de flexibilidade para prevenir lesões (BOMPA, 2002).

 

Objetivo

Este trabalho teve como objetivo expor os benefícios e os possíveis riscos ao executar o alongamento muscular, para grupos de alunos praticantes ou não de atividades físicas, através de exercícios de alongamento.

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Alongamentos realizados na posição sentada:

Estender e unir as pernas, inclinando o tronco à frente, com as mãos nas pontas dos pés e forçando a cabeça na direção dos joelhos. Pernas flexionadas, unindo as solas dos pés, inclinar o tronco à frente, tentando encostar a testa nos pés e mantendo os braços estendidos à frente do corpo.

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Alongamentos realizados na posição de decúbito ventral:

Flexionar as pernas, segurando com as mãos na ponta dos pés, atrás do corpo e elevando a cabeça.

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Conclusão

Após o conhecimento adquirido na execução deste trabalho, fica clara a importância de realizar-se freqüentemente o alongamento muscular para a prática esportiva, a fim de adquirir maior amplitude de movimento e executar movimentos com maior precisão, tendo resultados mais produtivos, diminuindo o risco de lesões e garantindo uma vida saudável e confortável.

O alongamento, apesar de cientificamente pouco estudado, é importante para melhorar o desempenho e garantir qualidade de vida aos praticantes de atividades físicas.

ALONGANDO GRANDES GRUPOS MUSCULARES

Músculo Esquelético: São estes músculos que são responsáveis pelos nossos movimentos e nos colocam literalmente para andar, correr, nadar e trabalhar.

 

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Alongamentos Gerais

Alongamentos Para Caminhada ou Corrida

Objetivo: Tornar a caminhada ou corrida mais segura e eficiente, alongar a musculatura envolvida para o exercício, reduzir o risco de lesões e cãimbras e ainda servir também como aquecimento .
Obs: Em caso de articulações dolorosas, executar o alongamento com maior delicadeza, embora insistindo sem muito estresse (gradualmente), respeitando seus limites. E se durante a caminhada aparecer dor na musculatura específica, executar novamente.
Material: Parede, árvore, calçada, etc…Use roupas leves e não sintéticas (de preferência claras), chapéu, óculos e filtro solar .
Duração: Conte de 20-60 seg por articulação. De maneira lenta e contínua (evite balançar)
Faixa Etária: Qualquer pessoa pode fazer desde que não tenha dificuldades para executar por si mesma.

Gastrocnêmio e Sóleo:
1) Apoie suas mãos na parede e flexione o joelho de uma perna a frente do corpo, enquanto a outra fica estendida atrás, tocando o calcanhar no chão com a ponta de ambos os pés voltadas para frente. Manter um alinhamento postural na diagonal. Repita com a outra.
2) opcional: Coloque a ponta do pé na beirada da calçada, de um ou ambos os pés e deixe que o(os) calcanhar(es) se abaixe(m), alongando os músculos da “batata da perna” (panturrilha).

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Ísquiotibiais:
Apoie uma perna na parede (árvore, carro, cerca, etc) em frente a seu corpo com ambos os pés voltados para a mesma direção, apoiando as mãos na perna da parede . Mantenha o corpo ereto para cima, e não como está na foto (pessoas portadoras de Hérnias de Disco para trás podem agravar o problema) . Repita com a outra perna.

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Adutores:
1) Assente-se com os pés juntos deixando que seus joelhos caiam para os lados. Mantenha o corpo ereto, alinhando a coluna.
2) Opcional: De pé apoiar a perna o lado, completamente de lado. Evite hiperestender a perna de apoio. Obs: mantenha o corpo ereto e não como está na foto. É desnecessário inclinar-se (a inclinação alongará a lateral do corpo). O pé de apoio deve estar apontando para a frente e não é necessário elevar muito a perna ao lado, respeite seus limites. Repita o outro lado.ricardo4

Quadríceps:
1) Apóie uma das mãos na parede e a outra segure a ponta do pé oposto (para favorecer o movimento natural de rotação interna). Joelhos bem juntos. Repita com a outra perna.
2) Opcional: Poderá executar este alongamento, também, em decúbito lateral no chão, segurando o pé por trás (joelho fletido, unido ao outro estendido, e não como está na foto). Evite rodar a perna apontando a ponta do pé para fora da perna.ricardo3

Coluna e Glúteos:
Separe as pernas e desça com as mãos em direção ao chão (não é necessário tocá-lo). Deixe seu corpo relaxado por completo, inclusive os joelhos, deixando que a gravidade te puxe para baixo. Se estender os joelhos irá favorecer os ísquio-tibiais também.

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Geral:
Entrelace os dedos e eleve as palmas das mãos juntas para cima, elevando os calcanhares.

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Paraolimpiadas

Olá!!!

Click abaixo para fazer download do power-point.

Aula Paraolimpíadas

 

Profª. Paola

O OLIMPISMO – 7º Ano

   O objetivo do Olimpismo é colocar o esporte a serviço do homem, a partir da criação de um estilo de vida baseado na alegria do esforço e no respeito entre os cidadãos, contribuindo para o desenvolvimento do indivíduo e fortalecendo a compreensão e a união entre os povos.

   É uma filosofia de vida que utiliza o esporte como ferramenta de trabalho para a formação de uma consciência pacifista, democrática, humanitária, cultural e ecológica.

Olimpismo atua como proposta de estabelecer a cordialidade nas relações internacionais, tendo como consequência um mundo melhor.

Os ideais do Olimpismo são: a participação em massa; a educação por intermédio do esporte; a promoção do espírito coletivo, do intercâmbio cultural e da compreensão inetrnacional; e a busca pela excelência.

Ao respeitar as regras e os adversários, e ao fazer da disputa esportiva uma oportunidade para o engrandecimento do espírito, você estará praticando o Olimpismo.

http://olimpiadas.uol.com.br/quiz/

http://esporte.ig.com.br/olimpiadas/p1237819826473.html

CONTEÚDO DO 1º BIMESTRE/ ENSINO FUNDAMENTAL II

7º ANO

  • HISTÓRIA DAS OLIMPÍADAS
  • MODALIDADE VOLEIBOL; regras simplificadas.
  • EXPLORAÇÃO DE TRABALHADORES CHINESES
  • MASCOTE OLÍMPICO 2012; história, nome, espécie, significado e o preço estimado de venda.

 Prof. Ricardo

16º Jogos Pan-Americanos – GUADALAJARA 2011

* Conteúdo do 3º Bimestre: história dos jogos, cidade sede, paises participantes,
modalidades, participação do Brasil nos jogos.

* Curiosidade: Conheça o esporte favorito de uma antiga civilização do México

Click no Link abaixo:

http://noticias.r7.com/videos/conheca-o-esporte-favorito-de-uma-antiga-civilizacao-do-mexico/idmedia/4e1b824db51aafa23aabe52e.html

Prof. Ricardo Moraes

 

 

 

Professor: Ricardo Moraes.

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