Os males do cigarro sobre seu organismo – 9º ano – Profº. Ricardo

A química do cigarro Como o cigarro afeta o corpo

 

Fumo e álcool juntos causam maioria dos tumores de boca

O maior estudo do gênero já feito na América Latina, com ênfase no Brasil, revelou que fumantes e bebedores regulares de álcool têm maiores riscos de câncer na boca, faringe, laringe e esôfago, como já se previa de acordo com dados de outros países.

Pesquisa avalia riscos trazidos por cada tipo de bebida

O resultado mais impactante do estudo foi mostrar que o uso simultâneo de álcool e tabaco teve um efeito multiplicador: 65% dos 2.252 casos de câncer avaliados estavam entre bebedores que também fumavam.

O estudo mostrou que quem bebe ou fuma mais tem maior risco da doença.

Os 25% que beberam menos ao longo da vida (de 0,1 a 233,6 g de etanol por ano, sendo que uma lata de cerveja tem 14 g de etanol), tinham chance 2,26 vezes maior do que os abstêmios de ter câncer de esôfago.

Já os 25% que mais beberam (mais de 2 kg de etanol por ano ou 142 latinhas) aumentavam o risco de desenvolver o tumor em 9,26 vezes.

Dos bebedores de álcool, os que consumiam destilados tiveram um risco 12 vezes maior de câncer no esôfago.
Os dados também indicam que quem parar de fumar e beber reduz o risco de ter câncer nessas regiões.

A equipe de doze pesquisadores, dos quais seis brasileiros, foi coordenada pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, com sede em Lyon, França.

Participaram pesquisadores de São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Dos 2.252 pacientes, 1.750 vieram do Brasil, 309 da Argentina e 193 de Cuba. O estudo foi publicado na revista “Cancer Causes Control”.

“O câncer é resultado de um processo longo de agressão ao organismo, até que uma célula fique tumoral”, diz Sergio Koifman, da Fiocruz (RJ), um dos autores.

Os pesquisadores descartaram outra causa possível de câncer no grupo estudado, o vírus HPV, pelo baixo nível de infecção presente.

Estudo do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, com 26,1 mil pacientes, mostra que 11% dos pacientes de câncer ali atendidos dizem consumir bebidas alcoólicas em excesso.

 


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Pesquisa avalia riscos trazidos por cada tipo de bebida

 

Os estudos sobre os efeitos de álcool e tabaco nos cânceres do trato aerodigestivo superior é apenas um dos mais recentes coordenados pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer.

Fumo e álcool juntos causam maioria dos tumores de boca

Aos poucos, a cooperação entre pesquisadores de todo o mundo vai juntando peças do quebra-cabeça sobre os variados fatores de risco desses tumores.

Essa cooperação é conhecida como consórcio Inhance (“The International Head and Neck Cancer Epidemiology Consortium”, ou Consórcio Internacional de Epidemiologia do Câncer de Cabeça e Pescoço).

Um estudo anterior do Inhance analisou o risco de câncer de cabeça e pescoço para bebedores de cerveja, vinho e destilados.

Eles mediram o consumo total de etanol entre os que bebiam exclusivamente uma dessas bebidas, ou várias delas. Foram acompanhados 9.107 pacientes com câncer e 14.219 do grupo-controle.

Bebedores de cerveja e destilados tinham risco mais alto do que os bebedores de vinho, mas o resultado pode ser obra de outros fatores.

Segundo os pesquisadores, quem bebe vinho costuma ter hábitos saudáveis, como consumo de frutas e legumes.

 

Veja os males do cigarro sobre seu organismo

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Você fuma? Então veja os males do cigarro sobre seu organismo e também das pessoas que estão a sua volta cotidianamente.
É do tabaco, erva da família das solanáceas (Nicotiana tabacum) que possui nicotina, que é feito o cigarro.
O cigarro contém uma mistura de cerca de 4.700 substâncias tóxicas. Parte delas é gasosa – incluindo o monóxido de carbono, e algumas são partículas, como o alcatrão, a nicotina e a água.
O alcatrão, além dos radioativos, urânio, polônio 210 e carbono 14, concentram 43 substâncias comprovadamente carcinogênicas, ou seja, que provocam o câncer, já que alteram o núcleo das células.
A fumaça do cigarro contém toxinas que produzem irritação nos olhos, nariz e garganta, bem como diminuem a mobilidade dos cílios pulmonares, ocasionando alergia respiratória em fumantes e não-fumantes.
Estes cílios, semelhantes a cabelos muito finos, são projeções da mucosa que ajudam a remover sujeiras e outros detritos do pulmão.
Quando têm seus movimentos paralisados pela exposição à fumaça do cigarro, as secreções acumulam-se, contribuindo para a tosse ou pigarro típico do fumante e para o surgimento de infecções respiratórias, freqüentes em quem tem contato com a fumaça.
A fumaça do cigarro é também constituída por monóxido de carbono (CO), cuja concentração no sangue circulante de quem fuma aumenta rapidamente pela manhã, continua a subir durante o dia e decresce à noite.
Aproximadamente, 3 a 6% da fumaça do cigarro são compostos por monóxido de carbono. Quando inalado, o monóxido de carbono atinge os pulmões e dali segue para o sangue, reduzindo sua capacidade de carregar oxigênio.
Em conseqüência, as células deixam de respirar e produzir energia, o que faz com que o fumante tenha o fôlego prejudicado e fique exposto ao risco de doenças cardiovasculares e respiratórias.
Além de venenoso em altas concentrações, o CO está implicado em muitas doenças associadas ao fumo, inclusive nos efeitos danosos sobre o desenvolvimento do feto das grávidas tabagistas.
A nicotina, outra das substâncias encontradas no cigarro, diminui a capacidade de circulação sangüínea, aumenta a deposição de gordura nas paredes dos vasos e sobrecarrega o coração, podendo levar ao infarto do miocárdio e ao câncer, mas seu papel mais importante é reforçar e potencializar a vontade de fumar.
Ela atua da mesma forma que a cocaína, o álcool e a morfina, causando dependência e obrigando o fumante a usar continuamente o cigarro. Em altas concentrações, é também venenosa.
Perdas - Pesquisas evidenciam as perdas econômicas causadas pelo cigarro em fumantes e não-fumantes, tais como: faltas ao trabalho; queda de produtividade; aposentadorias precoces; mortes prematuras; custos com a manutenção de imóveis, aparelhagens, móveis, tapetes, cortinas, etc. danificados; incêndios rurais e urbanos; acidentes de trabalho e, acidentes de trânsito.
Ressalte-se que a totalidade dos gastos sociais decorrentes do tabagismo supera em muito a arrecadação de impostos que ele proporciona: o câncer, segunda causa de morte por doença no país, é responsável por grandes gastos com tratamentos e internações hospitalares, uma vez que 90% dos cânceres de pulmão e 30% de todos os outros tipos de câncer são devidos ao tabagismo.
As doenças cardiovasculares, primeira causa de morte no país, bem como a bronquite crônica e o enfisema, estão diretamente relacionadas ao uso de tabaco e geram importantes gastos na área da saúde.
Apenas estes dois exemplos nos dão a dimensão das perdas econômicas geradas pelo tabagismo, aliados à queda na qualidade de vida do trabalhador.
Paralelamente, ainda existem os gastos economicamente não mensuráveis, como a dor, o sofrimento pessoal e familiar dos vitimados – nem sempre considerados.

Não-fumantes - Os fumantes não são os únicos expostos aos males do cigarro.
Também os não-fumantes são atingidos, já que passam a ser fumantes passivos.
Onde quer que alguém esteja fumando, são encontradas partículas da fumaça do cigarro, principalmente em locais fechados, residenciais ou públicos.
Rapidamente, as concentrações das substâncias tóxicas da fumaça excedem os níveis considerados padrões para a qualidade do ar ambiente.
O cigarro é considerado pela Organização Mundial da Saúde – OMS – como o maior agente de poluição doméstica e ambiental, tendo em vista que as pessoas passam 80% de seu tempo diário em locais fechados, tais como os de trabalho, residência e lazer.
Atualmente, por todo o mundo, cada vez mais as autoridades governamentais têm estabelecido regulamentos e leis de proteção aos não-fumantes; além disso, há crescente aumento da conscientização dos indivíduos sobre a qualidade do ar que respiram, não só em casa, como nos ambientes de trabalho e locais públicos.
Também no Brasil, progressivamente, surgem leis em nível estadual e municipal preservando os direitos dos não-fumantes, o que mostra avanço na conscientização das autoridades no que tange à poluição tabágica ambiental.
A qualidade do ar que respiramos é fundamental para nossa saúde, bem como para o bom desempenho de nossas funções cotidianas.
A permanência em um ambiente poluído com nicotina faz com que absorvamos substâncias em concentrações semelhantes às de quem fuma. Tal comprovação é realizada através da medição da cotitina, principal produto da decomposição da nicotina – substância que pode ser encontrada no sangue e na urina dos não-fumantes que moram, convivem ou trabalham com fumantes.
No Brasil, estima-se, anualmente, a morte precoce de 80 mil pessoas em virtude do tabagismo, número esse que vem aumentando ano a ano. Em outras palavras, cerca de 10 brasileiros morrem por hora por causa do cigarro, sendo o câncer a principal causa de morte.

Gravidez - Fumar durante a gravidez acarreta sérios riscos tanto para o bebê quanto para a mãe. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e hemorragias ocorrem mais freqüentemente quando a mulher grávida fuma.
Tais agravos são devidos, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina sobre o feto, após sua absorção pelo organismo materno.
Um único cigarro fumado por uma gestante é capaz de acelerar, em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto, pelo efeito da nicotina em seu aparelho cardiovascular.
Portanto, é fácil imaginar a extensão dos danos causados ao feto em virtude do tabagismo da mãe gestante.
Analiticamente, a relação do poder aquisitivo com o consumo de cigarros mostra que há menor consumo nas classes de maior rendimento familiar.
Contraditoriamente, a população de menor renda – e que costuma ter a saúde mais frágil – é a que mais gasta com cigarro, em detrimento de itens prioritários como, por exemplo, a alimentação.
Em grande parte, essa diferença é causada pela maior desinformação das classes economicamente mais pobres.
É importante notar que este maior consumo de tabaco, somado a condições como desnutrição, doenças infecciosas e do trabalho, leva a um adoecimento mais freqüente e agravado.
Convém lembrar, ainda, que os ambientes confinados das pequenas moradias favorecem sobremaneira a inalação passiva das substâncias tóxicas por crianças, gestantes e doentes.

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Basquete – 8º ano – Profº. Ricardo

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Voleibol – 7º ano – Profº. Ricardo

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Handebol – 6º ano – Profº. Ricardo

 

A QUADRA:

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AS BALIZAS (TRAVES):

Medem  3m de largura e 2m de altura. Os postes e o travessão, de madeira, liga leve ou material sintético, são quadrados e com 8 cm de espessura.Pintados geralmente com duas cores diferentes. As redes são presas sem tensores.

A BOLA

De couro ou material sintético. Pesa de 425g a 475g e tem de 58 cm a 60 cm de circunferência para Homens e de 325g a 400g e tem 54 a 56 cm de circunferência para mulheres.

TIMES:

Geralmente de 12 a 14 jogadores, goleiros e jogadores de linha. Há um goleiro e mais 6 jogadores na quadra de jogo.

O JOGO:

É constituído por dois tempos de 30 minutos com 10 minutos de intervalo entre eles, o cada técnico tem direito há dois tempos técnico um em cada período. O número de substituições é ilimitado, mas ela tem de ser feita dentro da linha de 4,5 metros que cada time possui, e também elas são feitas sem a interrupção do jogo, caso ocorra uma substituição fora da linha permitida o time sofre uma penalização de 2 minutos, o time tem que ficar dois minutos com um jogador a menos na quadra, esta penalização também é aplicada para faltas violentas. O objetivo básico do jogo é manobrar o adversário passando a bola hábil e rapidamente entre os jogadores, e quando possível arremessá-la ao gol, marcando um ponto. É preciso ter muito jogo de corpo para enganar o adversário, e deixar um companheiro livre. Como no futebol e no basquete é preciso mudar rapidamente de direção e velocidade e usar de passes inesperados (às vezes no maior estilo NBA) para atingir o gol.

DESENVOLVIMENTO:

O drible é permitido (mas torna a jogada lenta, é melhor passar a bola). Não é permitido o duplo drible, mas pode-se fazer uma seqüência de 3 passos, drible, 3 passos, podendo em seguida arremessar ou passar a bola. Também é permitido caminhar picando a bola. Não há tempo definido para o ataque, mas se o juiz decidir que o time não está buscando o gol, ele pode dar ataque passivo, passando a posse da bola para o outro time. Quando a bola passa pela linha de fundo, mesmo tendo tocado no goleiro do time defensor, a posse da bola é do goleiro que a repõe, mas se a bola tocar em jogador se não for o goleiro dentro da área a posse da bola será do time que ataca.

POSIÇÕES DO HANDEBOL:

Goleiro:

Defende o gol de uma determinada equipe, sendo o único que tem acesso livre à área defensiva. Pode, entre outras coisas, defender a bola com os pés e sair da área sem o domínio da bola.

Central:

Normalmente é o jogador mais habilidoso, pelo qual quase todas as bolas passam. É o principal coordenador ofensivo e defensivo da equipe.

Armador:

Existem dois meias num time de handebol: o armador direito e o armador esquerdo. Posicionam-se entre os pontas e o central, sendo fundamentais no engajamento e coordenação do ataque e na estrutura da defesa.

Ponta: 

O nome já diz. São atletas que jogam nas extremidades laterais da quadra. Num time existem dois pontas, um esquerdo e outro direito. Normalmente jogam bem abertos para atrair a atenção dos defensores, deixando o meio da área menos congestionado.

Pivô:

Joga infiltrado na defesa do adversário, fazendo bloqueios para os companheiros e recebendo bolas na linha dos 6 metros, em frente à área do goleiro adversário. 

AS PUNIÇÕES:

As punições no handebol são bastante rígidas, e variam desde a advertência com o cartão amarelo até a desqualificação do jogador com o vermelho. A seguir você terá uma lista com todas as punições possíveis:

1. Cartão amarelo: Serve como advertência a um jogador, em geral é usado em reclamações e algumas faltas.

2. Dois minutos: O jogador que receber esta punição tem de ficar fora do jogo por dois minutos, e o time fica durante este tempo com um jogador a menos. Esta punição é dada a faltas violentas e a substituições incorretas conforme explicado no tópico “jogo”. O jogador também recebe dois minutos se for receber o segundo amarelo. Caso o time tenha dois amarelos coletivos, o próximo cartão será substituído por um dois minutos.

3. Cartão vermelho: Caso um jogador receba um cartão vermelho ele deve retirar-se da quadra, inclusive do bando de reservas e não pode mais voltar à mesma. O time fica dois minutos com um jogador a menos e depois desse tempo pode completar com outro jogador, que não seja aquele expulso.

4. Tiro de 7 metros: É marcado quando a defesa faz falto no jogador no momento do arremesso, prejudicando o possível gol. Na cobrança o jogador deve permanecer com pé no chão, podendo somente movimentá-lo após o arremesso.

O que se pode (deve) fazer.  

O número de substituições é ilimitado.

Os jogadores podem invadir a área pelo ar, mas devem arremessar a bola antes de pisar na área. Pisar na linha quando for cobrar um lateral.

Bloquear o ataque com as mãos esticadas.

Goleiro defender a bola com o pé.

Andar com a bola na mão até 3 passos, depois deve passar a bola ou quicá-la no chão.

O que não se pode fazer.  

Lançar-se sobre a bola quando ela está parada ou rolando pelo chão.

Recuar a bola para o goleiro da sua equipe quando ele estiver dentro da área.

Tocar a bola com qualquer parte da perna abaixo do joelho.

Dar mais do que três passos com a bola.

Reclamar, fazer “cera” e outras indisciplinas.

Entrar na área do goleiro (6m).

Ficar mais do que 3 segundos com a bola nas mãos.

O POSICIONAMENTO EM QUADRA.

Existem várias maneiras de posicionar uma equipe de handebol tanto no ataque quanto na defesa. Para se jogar handebol não é necessário conhecer esses tipos de posicionamento, basta conhecer as regras, pois o jogo permite a mobilidade dos atletas na quadra. Mas para uma equipe que pretende disputar competições é fundamental conhecer esses tipos de posicionamento tanto na defesa quanto no ataque, isso pode ser decisivo em um jogo equilibrado.

Handebol  marcação 6 Handebol goleiro 1 Handebol goleiro 2 Handebol goleiro Handebol marcação 1 Handebol marcação 2 Handebol marcação 3 Handebol marcação 4 Handebol marcação 5 Handebol marcação 6 Handebol marcação 7 Handebol marcação 8 Handebol marcação Handebol masc. finalização - barreira Handebol masc. musc_handebol_01

CONTEÚDO BIMESTRAL – 8º ano

  • Anatomia do Joelho

  • Atlas do corpo humano
  • Os principais músculos do corpo humano

 

Prof. Ricardo

 

 

 

Tiro com arco

Click nos links abaixo para saber mais:

  • Tiro com arco 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiro_com_arco

  • Evolução humana – Neolítico – Pré-história

http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_humana

Prof. Ricardo

IMC – ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA

Existem várias tabelas para determinar o peso ideal. Em geral, são tabelas que comparam o peso de pessoas da mesma altura e idade. O problema é que elas tomam como base a população dos EUA, do Canadá ou da Europa e não se aplicam à realidade de outros países. Para tentar resolver esse problema, médicos, nutricionistas e especialistas em esporte passaram a utilizar o Índice de Massa Corporal, mais conhecido como IMC.

Para calcular o seu IMC, divida seu peso atual pela sua altura ao quadrado. Por exemplo, se você tiver 60 kg e 1,70 m de altura, divida 60 por (1,70 x 1,70).

Exemplo de como calcular o Índice de Massa Corporal (IMC):

60kg / 1.70m x 1.70m = 20.76 (Normal)

IMC = Peso
(Altura X Altura)

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Obs.: O resultado do IMC não é válido para atletas com musculatura desenvolvida e praticantes de esportes como halterofilismo, ciclismo, triatlo ou algumas modalidades de atletismo. A massa muscular desses atletas representa grande parte de seu peso.

Mas, atenção: não deve ser o único parâmetro para definir os riscos relacionados à obesidade. Outros fatores, como circunferência abdominal e taxa de colesterol, também são muito importantes.

 

REGRA DO BOM SENSO
O IMC ainda é o método mais simples e, por isso, o mais utilizado e seus resultados têm-se mostrado apropriados para a determinação do peso ideal. Porém, como regra, recomenda-se usar o bom senso.
Lembre-se que:

  • Se o seu IMC está dentro ou próximo à faixa de normalidade,
  • se você não tem nenhuma doença,
  • se você tem uma alimentação saudável,
  • se você pratica exercícios físicos,
  • se você se sente bem com o seu peso, parabéns!

A importância do alongamento

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Quando se fala em alongamento, estamos nos referindo aos músculos. Os músculos funcionam como se fossem elásticos. Aumentam de comprimento e encurtam novamente. Quando perdem a capacidade de aumentar o seu comprimento e voltar ao tamanho original, dizemos que o músculo perdeu a sua elasticidade. O exercício de alongamento mantém sua elasticidade evitando que endureçam e venham a limitar o movimento das articulações.

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Alongamento

 

“É a amplitude máxima fisiológica

passiva de um dado movimento articular”

 

(Barros Neto & Ghoraveb, 1999; Araújo, 2000)

Os quinze minutos que antecedem o início de uma competição ou sessão de treinamento constituem alguns de seus momentos mais importantes. Durante este período, o aluno deveria estar se alongando, seja ele amador ou profissional. Alongar é muito mais do que tocar a ponta dos pés por algumas vezes antes de começar a praticar seu esporte. É a chance de o aluno sentir seu próprio corpo e começar a se preparar para o jogo ou treino, tanto física quanto psicologicamente.

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O músculo que não está adequadamente alongado torna-se muito mais suscetível a lesões ou rupturas quando submetidos a forças repentinas, enquanto o músculo alongado permite ao aluno movimentos mais completos, menor risco de lesões e melhor desempenho físico.

A rotina dos alongamentos também proporciona ao esportista aquele momento para começar a se concentrar, rever sua tática e imaginar a técnica correta de seus movimentos. 

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Qualquer alongamento é sinônimo de relaxamento e, portanto, não deve causar dor. Sempre deve ser realizado com movimentos suaves e contínuos, com ênfase no tempo de permanência nas várias posições e não no número de repetições dos exercícios (CHRISTOPHE, 2001).

Os alongamentos são os importantes elos entre a vida sedentária e a vida ativa. Eles mantêm os músculos flexíveis, preparam-nos para o movimento e ajudam-nos a realizar a transição diária da inatividade para a atividade vigorosa, sem tensões indevidas. São especialmente importantes para quem pratica atividades que promovem tensões e inflexibilidade. Alongamentos antes e depois da exercitação mantêm a flexibilidade e ajudam na prevenção de lesões comuns. Os alongamentos são fáceis, mas quando realizados de forma incorreta podem, na realidade, fazer mais mal do que bem (TOBIAS e SULLIVAN, 1998).

Os autores acima referidos ainda acrescentam que é fácil aprender a fazer alongamentos, mas existe o modo certo, bem como o errado, de executá-los. Um modo adequado de se alongar é relaxando num movimento estável, ao mesmo tempo em que a atenção se focaliza sobre os músculos que estão sendo alongados. Já uma forma incorreta de se praticar o alongamento (e que infelizmente é feito por muitas pessoas) é balançar o tronco para cima e para baixo numa posição em bipedestação, ou alongar-se até sentir dor, o que pode causar mais danos que benefícios à saúde. Fazendo alongamentos de forma correta e regular, perceberá que todos os movimentos se tornam mais fáceis de realizar. Levará algum tempo para soltar músculos tensos ou grupos musculares enrijecidos, porém, logo estará sentindo-se muito bem.

 

Revisão de literatura

Para Powers e Howley (2000), a capacidade de mover as articulações numa total amplitude de movimento é importante em muitos esportes. A perda da flexibilidade pode acarretar uma redução da eficiência do movimento e aumentar as chances de lesão em alguns esportes. Por esta razão, muitos treinadores e técnicos recomendam exercícios regulares de alongamento para aumentar a flexibilidade e, conseqüentemente, reduzir as chances de lesão, talvez otimizando a eficiência do movimento.

BALÉ, GINÁSTICA RITMICA  !!!!!!

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A flexibilidade é de suma importância não só para a obtenção de melhor performance, como também para diminuição de riscos de lesões e na realização de várias tarefas, além disso, ajuda a evitar problemas de postura, que causam desconforto para as costas, ombros e pescoço (CONTURSI, 1998).

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No entanto, deve-se observar que um grau elevado de flexibilidade de todas as articulações pode não ser desejável em todos os esportes. Por exemplo, a flexibilidade excessiva em geral é indicativa de uma propensão às lesões nos esportes de contato. Por exemplo, a articulação do ombro é estruturalmente fraca em comparação à do quadril. Isto se deve ao fato de a fossa glenóidea da escápula (cavidade onde a cabeça do úmero se encaixa) ser muito rasa. Conseqüentemente, a estabilidade principal da articulação do ombro é provida pela musculatura circunvizinha. Por isso, um aumento da massa muscular do ombro pode diminuir a flexibilidade, mas reduzirá também as chances de lesão do ombro em esportes de contato por aumentar a sua estabilidade (POWERS e HOWLEY, 2000).

FUTEBOL (GOLEIRO) – VOLEIBOL – NATAÇÃO – TÊNIS

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Sobre o conceito de alongamento, Costa (2001) cita que o alongamento trabalha a elasticidade muscular, sem forçar as articulações, atingindo somente músculos e ligamentos.

De acordo com Hernandes Jr. (2002), os métodos de alongamento para desenvolver a flexibilidade podem ser divididos em:

Método Estático, onde não se utiliza força externa, por exemplo, a ajuda de um companheiro para a execução de seus exercícios. O alongamento é executado em posições estáticas, sem movimentação das articulações envolvidas. A amplitude da posição deve ser necessária para que sintamos um leve estiramento na musculatura alongada, sendo que, durante a execução, sentindo a diminuição dessa sensação, poderemos aumentar um pouco mais a amplitude do movimento, e sempre devemos sentir que estamos em uma posição confortável quanto à amplitude do movimento. Devido às suas características de execução, o método de alongamento é o que oferece o menor grau de risco de lesões durante sua utilização.

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Método Balístico, caracterizado pela movimentação da articulação, para que a mesma atinja o máximo possível de amplitude no movimento. Durante a execução do método balístico, há um maior risco de lesões, devido à facilidade de ultrapassar nossos limites sem que tenhamos controle da situação, pois a mesma ocorre através de movimentos rápidos e vigorosos. Aconselha-se a utilização do método balístico a atletas cujo esporte envolva movimentos balísticos em seu desempenho, sendo que, em programas de fitness, o seu uso deve ser limitado a praticantes com uma experiência e vivência corporal adequadas.

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Método Ativo, caracterizado pela utilização da força muscular das diferentes musculaturas para que se atinja o máximo de amplitude em um movimento controlado, sem a utilização de força externa. Um exemplo seria o da elevação do membro inferior em seu plano lateral, sem a utilização de impulso para a realização do movimento, ocorrendo para isto um grande envolvimento da musculatura abdutora, o que representa, além de um trabalho de flexibilidade ativa, uma intensa contração muscular.

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Método Passivo, quando há a utilização de força externa para auxiliar a atingir o máximo de amplitude no movimento. A execução pode acarretar lesões musculares caso a amplitude máxima tolerável em uma articulação seja ultrapassada, devido à utilização de força externa durante o movimento. O método passivo é utilizado durante os processos de reabilitação e em âmbito esportivo, pois a necessidade de um companheiro para a execução dos movimentos permite uma maior socialização entre os atletas participantes.

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Método da Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva, que consiste, basicamente, no relaxamento do músculo antagonista durante a contração do agonista. O músculo agonista é o que realiza a contração durante o movimento em uma determinada articulação, cabendo ao músculo antagonista realizar o movimento inverso do agonista. Realizamos uma contração do músculo a ser alongado, e, em seguida, a de seu antagonista, o que irá produzir um maior relaxamento naquele músculo (agonista) e, conseqüentemente, um maior grau de amplitude do movimento, acarretando em uma melhoria no trabalho de flexibilização.

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Os músculos são compostos por fibras musculares e as fibras musculares por miofibrilas. As miofibrilas são compostas por sarcômeros, que se apresentam em série. O sarcômero é a unidade contrátil da miofibrila, composto por pontes transversas de actina e miosina, que se sobrepõem. O sarcômero dá ao músculo a capacidade de contrair-se e relaxar-se. Quando um músculo se contrai, os filamentos de actina e miosina deslizam juntos e o músculo se encurta. Quando o músculo relaxa, as pontes transversas se separam levemente e o músculo retorna ao seu comprimento de repouso (KISNER, 1998).

O mesmo autor ainda relata que quando um músculo é alongado passivamente, o alongamento inicial ocorre no componente elástico em série e a tensão aumenta agudamente. Após certo ponto ocorre um comprometimento mecânico das pontes transversas, à medida que os filamentos se separam com o deslizamento, ocorrendo um alongamento brusco nos sarcômeros (os sarcômeros cedem). Quando a força de alongamento é liberada, cada sarcômero retorna ao seu comprimento de repouso. A tendência do músculo de retornar ao seu comprimento de repouso após um alongamento de curta duração é chamada elasticidade.

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Após imobilização do músculo, inicia-se uma diminuição nas proteínas e mitocôndrias musculares, resultando em atrofia e fraqueza. Se um músculo é imobilizado na posição alongada por um período prolongado de tempo, o número de sarcômeros em série irá aumentar, dando uma origem a uma forma mais permanente (plástica) de alongamento muscular. O músculo irá ajustar seu comprimento com o tempo de modo a manter a maior sobreposição funcional entre actina e miosina. O músculo que foi imobilizado em posição encurtada produz quantidades crescentes de tecido conectivo, que serve para proteger o músculo quando este se alonga. A adaptação dos sarcômeros às posições prolongadas (tanto alongadas quanto encurtadas) é transitória se for permitido ao músculo voltar seu comprimento normal após a imobilização (KISNER, 1998).

FISIOTERAPIA

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De acordo com Cristophe (2001), os exercícios de alongamento realizados de maneira rigorosa favorecem o desempenho motor, a evolução da cicatrização após uma lesão anatômica muscular e a prevenção de lesões musculares.

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Estiramento muscular


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Quando um músculo é alongado muito rapidamente, as fibras nervosas aferentes primárias estimulam os motoneurônios alfa, na medula espinhal, facilitando a contração das fibras extrafusais, aumentando a tensão no músculo. Chama-se a isso reflexo de estiramento monossináptico. Procedimentos de alongamentos que são realizados em uma velocidade muito alta podem na verdade aumentar a tensão no músculo que deveria ser alongado. Quando se aplica uma força de alongamento lenta em um músculo, o órgão tendinoso de Golgi dispara e inibe a tensão no músculo, permitindo que o componente elástico em paralelo (o sarcômero) se alongue (KISNER, 1998).

Carroll (1995), cita que para fazermos um alongamento de modo seguro devemos usar sempre roupas confortáveis; antes de iniciar o alongamento, devemos aquecer com exercícios simples de relaxamento; não saltar nem virar o corpo durante o exercício, evitando entorses e lesões musculares; não forçar o alongamento a ponto de sentir dor; se o alongamento for acompanhado por música, evitar ritmos marcantes para não se balançar muito e, alongar os músculos igualmente de ambos os lados do corpo.

Kisner (1998), indica alongamento quando a amplitude de movimento está limitada como resultado de contraturas, aderências e formação de tecido cicatricial, levando ao encurtamento do músculo, tecido conectivo e pele. Também quando as limitações podem levar a deformidades estruturais (esqueléticas) que podem ser prevenias e quando as contraturas interferem nas atividades funcionais cotidianas ou com a assistência de enfermagem. Também nos casos de fraqueza muscular e retração dos tecidos opostos. Os músculos retraídos devem ser alongados antes que os músculos fracos possam ser efetivamente fortalecidos.

O mesmo autor contra-indica o alongamento quando um bloqueio ósseo limita a mobilidade articular; após fraturas recentes; quando houver evidência de processo inflamatório ou infeccioso agudo (calor e edema) dentro ou ao redor de articulações; quando houver dor aguda ou cortante durante o movimento articular ou alongamento muscular; em indícios de hematomas ou traumas nos tecidos; quando as contraturas ou tecidos moles encurtados estiverem promovendo aumento na estabilidade articular em substituição à estabilidade estrutural normal ou força muscular e quando as contraturas ou tecidos moles encurtados forem à base de habilidades funcionais, particularmente em pacientes com paralisia ou fraqueza muscular intensa.

 

 

A meta geral do alongamento é recuperar ou restabelecer a amplitude de movimento normal das articulações e a mobilidade dos tecidos moles que a cercam. As metas específicas são prevenir contraturas irreversíveis, aumentar a flexibilidade geral de uma parte do corpo antes de exercícios vigorosos de fortalecimento e evitar ou minimizar o risco de lesões musculotendíneas relacionadas às atividades físicas e esportes específicos (KISNER, 1998).

O treinamento de flexibilidade também é uma estratégia para prevenir lesões. A maioria dos esportes envolve movimento repetitivo, quase sempre em uma amplitude de movimento limitada, como a corrida. Esse fato pode levar à tensão muscular e possíveis rupturas e distensões musculares. Um programa imediato e minucioso para o aumento progressivo de flexibilidade alongará os músculos, aliviando a tensão muscular e auxiliando na prevenção de lesões. Desenvolver flexibilidade, portanto, significa não só atender às necessidades do esporte, mas também exceder a amplitude de movimento normalmente exigida por ele e desenvolver uma reserva de flexibilidade para prevenir lesões (BOMPA, 2002).

 

Objetivo

Este trabalho teve como objetivo expor os benefícios e os possíveis riscos ao executar o alongamento muscular, para grupos de alunos praticantes ou não de atividades físicas, através de exercícios de alongamento.

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Quando um músculo é alongado muito rapidamente, as fibras nervosas aferentes primárias estimulam os motoneurônios alfa, na medula espinhal, facilitando a contração das fibras extrafusais, aumentando a tensão no músculo. Chama-se a isso reflexo de estiramento monossináptico. Procedimentos de alongamentos que são realizados em uma velocidade muito alta podem na verdade aumentar a tensão no músculo que deveria ser alongado. Quando se aplica uma força de alongamento lenta em um músculo, o órgão tendinoso de Golgi dispara e inibe a tensão no músculo, permitindo que o componente elástico em paralelo (o sarcômero) se alongue (KISNER, 1998).

Carroll (1995), cita que para fazermos um alongamento de modo seguro devemos usar sempre roupas confortáveis; antes de iniciar o alongamento, devemos aquecer com exercícios simples de relaxamento; não saltar nem virar o corpo durante o exercício, evitando entorses e lesões musculares; não forçar o alongamento a ponto de sentir dor; se o alongamento for acompanhado por música, evitar ritmos marcantes para não se balançar muito e, alongar os músculos igualmente de ambos os lados do corpo.

Kisner (1998), indica alongamento quando a amplitude de movimento está limitada como resultado de contraturas, aderências e formação de tecido cicatricial, levando ao encurtamento do músculo, tecido conectivo e pele. Também quando as limitações podem levar a deformidades estruturais (esqueléticas) que podem ser prevenias e quando as contraturas interferem nas atividades funcionais cotidianas ou com a assistência de enfermagem. Também nos casos de fraqueza muscular e retração dos tecidos opostos. Os músculos retraídos devem ser alongados antes que os músculos fracos possam ser efetivamente fortalecidos.

O mesmo autor contra-indica o alongamento quando um bloqueio ósseo limita a mobilidade articular; após fraturas recentes; quando houver evidência de processo inflamatório ou infeccioso agudo (calor e edema) dentro ou ao redor de articulações; quando houver dor aguda ou cortante durante o movimento articular ou alongamento muscular; em indícios de hematomas ou traumas nos tecidos; quando as contraturas ou tecidos moles encurtados estiverem promovendo aumento na estabilidade articular em substituição à estabilidade estrutural normal ou força muscular e quando as contraturas ou tecidos moles encurtados forem à base de habilidades funcionais, particularmente em pacientes com paralisia ou fraqueza muscular intensa.

 

 

A meta geral do alongamento é recuperar ou restabelecer a amplitude de movimento normal das articulações e a mobilidade dos tecidos moles que a cercam. As metas específicas são prevenir contraturas irreversíveis, aumentar a flexibilidade geral de uma parte do corpo antes de exercícios vigorosos de fortalecimento e evitar ou minimizar o risco de lesões musculotendíneas relacionadas às atividades físicas e esportes específicos (KISNER, 1998).

O treinamento de flexibilidade também é uma estratégia para prevenir lesões. A maioria dos esportes envolve movimento repetitivo, quase sempre em uma amplitude de movimento limitada, como a corrida. Esse fato pode levar à tensão muscular e possíveis rupturas e distensões musculares. Um programa imediato e minucioso para o aumento progressivo de flexibilidade alongará os músculos, aliviando a tensão muscular e auxiliando na prevenção de lesões. Desenvolver flexibilidade, portanto, significa não só atender às necessidades do esporte, mas também exceder a amplitude de movimento normalmente exigida por ele e desenvolver uma reserva de flexibilidade para prevenir lesões (BOMPA, 2002).

 

Objetivo

Este trabalho teve como objetivo expor os benefícios e os possíveis riscos ao executar o alongamento muscular, para grupos de alunos praticantes ou não de atividades físicas, através de exercícios de alongamento.

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Alongamentos realizados na posição sentada:

Estender e unir as pernas, inclinando o tronco à frente, com as mãos nas pontas dos pés e forçando a cabeça na direção dos joelhos. Pernas flexionadas, unindo as solas dos pés, inclinar o tronco à frente, tentando encostar a testa nos pés e mantendo os braços estendidos à frente do corpo.

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Alongamentos realizados na posição de decúbito ventral:

Flexionar as pernas, segurando com as mãos na ponta dos pés, atrás do corpo e elevando a cabeça.

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Conclusão

Após o conhecimento adquirido na execução deste trabalho, fica clara a importância de realizar-se freqüentemente o alongamento muscular para a prática esportiva, a fim de adquirir maior amplitude de movimento e executar movimentos com maior precisão, tendo resultados mais produtivos, diminuindo o risco de lesões e garantindo uma vida saudável e confortável.

O alongamento, apesar de cientificamente pouco estudado, é importante para melhorar o desempenho e garantir qualidade de vida aos praticantes de atividades físicas.

ALONGANDO GRANDES GRUPOS MUSCULARES

Músculo Esquelético: São estes músculos que são responsáveis pelos nossos movimentos e nos colocam literalmente para andar, correr, nadar e trabalhar.

 

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Alongamentos Gerais

Alongamentos Para Caminhada ou Corrida

Objetivo: Tornar a caminhada ou corrida mais segura e eficiente, alongar a musculatura envolvida para o exercício, reduzir o risco de lesões e cãimbras e ainda servir também como aquecimento .
Obs: Em caso de articulações dolorosas, executar o alongamento com maior delicadeza, embora insistindo sem muito estresse (gradualmente), respeitando seus limites. E se durante a caminhada aparecer dor na musculatura específica, executar novamente.
Material: Parede, árvore, calçada, etc…Use roupas leves e não sintéticas (de preferência claras), chapéu, óculos e filtro solar .
Duração: Conte de 20-60 seg por articulação. De maneira lenta e contínua (evite balançar)
Faixa Etária: Qualquer pessoa pode fazer desde que não tenha dificuldades para executar por si mesma.

Gastrocnêmio e Sóleo:
1) Apoie suas mãos na parede e flexione o joelho de uma perna a frente do corpo, enquanto a outra fica estendida atrás, tocando o calcanhar no chão com a ponta de ambos os pés voltadas para frente. Manter um alinhamento postural na diagonal. Repita com a outra.
2) opcional: Coloque a ponta do pé na beirada da calçada, de um ou ambos os pés e deixe que o(os) calcanhar(es) se abaixe(m), alongando os músculos da “batata da perna” (panturrilha).

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Ísquiotibiais:
Apoie uma perna na parede (árvore, carro, cerca, etc) em frente a seu corpo com ambos os pés voltados para a mesma direção, apoiando as mãos na perna da parede . Mantenha o corpo ereto para cima, e não como está na foto (pessoas portadoras de Hérnias de Disco para trás podem agravar o problema) . Repita com a outra perna.

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Adutores:
1) Assente-se com os pés juntos deixando que seus joelhos caiam para os lados. Mantenha o corpo ereto, alinhando a coluna.
2) Opcional: De pé apoiar a perna o lado, completamente de lado. Evite hiperestender a perna de apoio. Obs: mantenha o corpo ereto e não como está na foto. É desnecessário inclinar-se (a inclinação alongará a lateral do corpo). O pé de apoio deve estar apontando para a frente e não é necessário elevar muito a perna ao lado, respeite seus limites. Repita o outro lado.ricardo4

Quadríceps:
1) Apóie uma das mãos na parede e a outra segure a ponta do pé oposto (para favorecer o movimento natural de rotação interna). Joelhos bem juntos. Repita com a outra perna.
2) Opcional: Poderá executar este alongamento, também, em decúbito lateral no chão, segurando o pé por trás (joelho fletido, unido ao outro estendido, e não como está na foto). Evite rodar a perna apontando a ponta do pé para fora da perna.ricardo3

Coluna e Glúteos:
Separe as pernas e desça com as mãos em direção ao chão (não é necessário tocá-lo). Deixe seu corpo relaxado por completo, inclusive os joelhos, deixando que a gravidade te puxe para baixo. Se estender os joelhos irá favorecer os ísquio-tibiais também.

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Geral:
Entrelace os dedos e eleve as palmas das mãos juntas para cima, elevando os calcanhares.

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Paraolimpiadas

Olá!!!

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Aula Paraolimpíadas

 

Profª. Paola

O OLIMPISMO – 9º Ano

O objetivo do Olimpismo é colocar o esporte a serviço do homem, a partir da criação de um estilo de vida baseado na alegria do esforço e no respeito entre os cidadãos, contribuindo para o desenvolvimento do indivíduo e fortalecendo a compreensão e a união entre os povos.

   É uma filosofia de vida que utiliza o esporte como ferramenta de trabalho para a formação de uma consciência pacifista, democrática, humanitária, cultural e ecológica.

Olimpismo atua como proposta de estabelecer a cordialidade nas relações internacionais, tendo como consequência um mundo melhor.

Os ideais do Olimpismo são: a participação em massa; a educação por intermédio do esporte; a promoção do espírito coletivo, do intercâmbio cultural e da compreensão inetrnacional; e a busca pela excelência.

Ao respeitar as regras e os adversários, e ao fazer da disputa esportiva uma oportunidade para o engrandecimento do espírito, você estará praticando o Olimpismo.

http://olimpiadas.uol.com.br/quiz/

http://esporte.ig.com.br/olimpiadas/p1237819826473.html

CONTEÚDO DO 1º BIMESTRE/ ENSINO FUNDAMENTAL II

9º ANO

  • HISTÓRIA DAS OLIMPÍADAS
  • MODALIDADE ARREMESSO DE PESO; história e regras.
  • OS SÍMBOLOS OLÍMPICOS (A TOCHA) história.

Prof. Ricardo

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